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Especiais \ Missão Continental

Religiosidade popular: aproximar o que o povo vive com a liturgia oficial

Francisco: Religiosidade popular é forma genuína de evangelização que precisa ser cada vez mais promovida e valorizada sem minimizar sua importância. - AP

30/10/2017 07:00

Cidade do Vaticano (RV) - Amigo ouvinte, o quadro “O Brasil na Missão continental” prossegue na edição de hoje tratando com nosso convidado deste dias, o bispo de Viana, Dom Sebastião Lima Duarte, o tema da religiosidade popular na realidade eclesial desta diocese maranhense.

Vale lembrar que a Conferência de Aparecida procurou valorizar ulteriormente essa forte expressão da fé de nossos povos latino-americanos e que – segundo o Papa Francisco – “essa forma genuína de evangelização precisa ser cada vez mais promovida e valorizada, sem minimizar sua importância”.

Nosso convidado reitera a religiosidade popular em sua diocese ligada a São Benedito, dando destaque para os benditos e as ladainhas, que é costume se fazer nas comunidades.

Nesse contexto, fala-nos da festa do “Bumba-Meu-Boi” - festa mais marcante da cultura popular da região maranhense, cuja homenagem ao protetor do auto, São João, se dá principalmente entre os meses de junho e julho, e cujas coreografias são precedidas de um momento forte de oração, marcado por benditos, cantos e Pai-Nosso.

O bispo de Viana diz tratar-se de um momento onde o povo manifesta sua fé, reza aos santos, a Nossa Senhora e ao Pai Eterno. Fala-nos também da emenda por ele apresentada tempos atrás em Assembleia da CNBB – cujo texto foi aprovado – propondo que se pudesse acolher (com discernimento) a religiosidade dentro das nossas liturgias, tentando assim aproximar o que o povo vive com a liturgia oficial que celebramos. Vamos ouvir (ouça clicando acima).

(RL)

30/10/2017 07:00