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Bispos EUA saúdam reconhecimento à objeção de consciência ao Obamacare

Presidente da Conferência Episcopal dos EUA, Cardeal Daniel Nicholas DiNardo - ANSA

09/10/2017 20:13

Washington (RV) - “Um retorno ao bom senso, a uma prática federal antiga e à convivência pacífica entre Igreja e Estado.” Os bispos estadunidenses saúdam com satisfação o anúncio da Administração Trump, de 6 de outubro, da introdução de uma ampla “isenção moral e religiosa” das obrigações de asseguração previstas pelo Obamacare, a reforma da saúde feita pelo Presidente Obama.

Após uma longa queda-de-braço que envolveu também a Corte Suprema (Supremo Tribunal Federal), as entidades e as organizações confessionais não serão mais obrigadas a subscrever planos de saúde para seus funcionários que preveem também o reembolso de assistências abortivas e contraceptivas, indo desse modo contra seus princípios éticos.

Anomalia normativa que jamais deveria ter existido e que não deve repetir-se

Para os bispos a medida anunciada não é uma inovação, mas “corrige uma anomalia normativa que jamais deveria ter existido e que não deve repetir-se”. Nesse sentido, se expressa uma nota assinada pelo arcebispo de Galveston-Houston e presidente da Conferência episcopal estadunidense (Usccb), Cardeal Daniel Nicholas DiNardo, e pelo arcebispo de Baltimor e presidente da Comissão episcopal para a liberdade religiosa, Dom William E. Lori.

Nova medida é boa notícia para todos

A nota ressalta que a nova medida é uma boa notícia não somente para as organizações envolvidas, mas para todos os estadunidenses: “Uma medida coercitiva de um governo que obriga as pessoas a fazer uma escolha impossível entre a objeção à própria consciência e a obediência ao chamado a servir aos pobres é prejudicial não somente para os católicos, mas para o bem comum. A liberdade religiosa é um direito fundamental para todos e quando é ameaçada para alguns, é ameaçada para todos”, acrescenta. (RL/L’Osservatore Romano)

09/10/2017 20:13