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Com libertação, celebrada primeira Missa na Catedral de Marawi após 4 meses

Filipino católico em igreja de Manila reza pelas vítimas dos ataques em Marawi - AP

03/10/2017 08:07

Marawi (RV) – No domingo 1°de outubro, dia de Santa Teresa de Lisieux, Padroeira do exército filipino, foi celebrada a primeira Missa na Catedral de Santa Maria em Marawi, desde que em 23 de maio passado, militantes dos grupos terroristas Maute e Abu Sayyaf, sitiaram o templo.

O local, libertado em 28 de agosto pelas Forças Armadas filipinas, ficou bastante danificado pela ação dos terroristas, que filmaram as ações de vandalismo e profanação, divulgando depois o vídeo nas redes sociais administradas pelo grupo.

Desde a tomada da capital da Província de Lano do Sul pelos jihadistas - que ficou devastada pelos combates -  impera a Lei Marcial na região.

Durante a celebração deste domingo, foram ouvidos disparos  e o barulho das violências ainda em andamento, enquanto as luzes do amanhecer iluminavam o recinto através dos furos no teto e nas paredes.

749 guerrilheiros perderam a vida durante a contraofensiva das tropas governamentais, que perderam 155 homens.

O Secretário da Defesa Delfin Lorenzana havia declarado que as operações seriam concluídas em outubro, mas o exército já reconhece que será necessário ainda mais tempo para por fim à presença jihadista na cidade.

O General Carlito Galvez, à frente do Comando de Mindanapo Oeste (Wesmincom), confirma que 46 reféns ainda estão nas mãos dos terroristas.

As tropas lutam corpo a corpo com os militantes,  em uma área semelhante a dois campos de futebol. (JE)

03/10/2017 08:07