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Irmão Alois: Deus não se cansa de amar, busca sempre cada um de nós

Sede da Comunidade cristã monástica ecumênica e internacional de Taizé, em Taizé, na França - RV

05/09/2017 16:04

Taizé (RV) - “A Bíblia é a história da fidelidade de Deus. Inicia com o frescor de um primeiro amor, depois vêm os obstáculos e também as infidelidades humanas. Mas Deus não se cansa de amar, busca sempre o seu povo, busca sempre cada uma e cada um de nós.”

O Prior da Comunidade ecumênica de Taizé, Irmão Alois, dedicou à Bíblia, “tesouro sem preço”, fonte essencial “para abrir as portas do coração à presença de Deus”, a última meditação do mês de agosto diante de milhares de jovens reunidos na colina da comunidade.

Irmão Alois cita Isaías (49, 15): “Por acaso uma mulher se esquecerá da sua criancinha de peito? Não se compadecerá ela do filho do seu ventre? Ainda que as mulheres se esquecessem eu não me esqueceria de ti”.

Dois caminhos de acesso para ler a Bíblia

Não é simples ler a Bíblia. Para facilitar essa tarefa o prior de Taizé sugere dois caminhos de acesso. O primeiro: “É necessário colocar bem em evidência aquilo que é central na Bíblia, o amor a Deus e o amor ao próximo”.

O segundo: “O Evangelho nos diz que Cristo é ele mesmo a Palavra de Deus. Quando lemos as Escrituras encontramos Cristo, ouvimos a sua voz, podemos entrar numa relação pessoal com ele. Mesmo se compreendemos poucas coisas do Evangelho, é possível buscar colhê-lo partindo de uma palavra que inesperadamente pode tornar-se importante para nós”.

“Indo embora de Taizé, ao final da semana, mesmo se vocês tiveram em mente uma só palavra, é colocando-a em prática que a compreenderão sempre melhor e poderão ter acesso a outras palavras do Evangelho.”

Mensagem conjunta do Papa Francisco e do Patriarca ecumênico Bartolomeu

Durante a meditação Irmão Alois ressaltou a importância da mensagem conjunta do Papa Francisco e do Patriarca por ocasião do Dia de oração pela cuidado da criação e, falando dos muitos cristãos árabes este verão europeu em Taizé, recordou que no final deste mês de setembro alguns irmãos irão – com cerca de cem jovens europeus e médio-orientais – ao Egito para alguns dias de partilha e oração. (RL/L’Osservatore Romano)

05/09/2017 16:04