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JMJ do Panamá 2019 acolherá todos os jóvens, também os marginalizados

Jovens da América Central carregam a Cruz da JMJ na Praça Sao Pedro - AFP

10/04/2017 14:01

Cidade do Vaticano (RV) - Ao final da celebração da Missa do Domingo de Ramos,  jovens poloneses entregaram a Cruz e o ícone da Jornada Mundial da Juventude aos jovens panamenhos, "um momento sempre emocionante, de horizontes abertos", disse o Papa no Angelus.

Já em sua homilia, o Papa Francisco havia recordadoa 32ª  JMJ celebrada em nível diocesano este domingo como "mais uma etapa da grande peregrinação, iniciada por São João Paulo II, que no ano passado nos reuniu em Cracóvia e que nos convoca ao Panamá, em janeiro de 2019”.

O grupo dos jovens panamenhos estava acompanhado pelo Arcebispo do Panamá, Dom José Domingo Ulloa Mendieta. Ele afirmou que a Jornada Mundial da Juventude do Panamá em 2019 acolherá os jovens de todas as partes do mundo, especialmente os marginalizados, como deseja o Papa Francisco.

"O Santo Padre quer que esta seja uma Jornada em que a maior parte dos jovens que tomarão parte nela sejam jovens marginalizados. Não podemos esquecer dos marginalizados, dos excluídos", declarou o prelado aos jornalistas reunidos na Sala de Imprensa da Santa Sé.

O Arcebispo também antecipou que estão sendo ultimados os detalhes para a escolha do local em que os jovens irão se reunir com o Pontífice na JMJ, a ser celebrada em janeiro de 2019, e aproveitou a ocasião para comentar as palavras do Papa pronunciadas na Vigília na Basílica de Santa Maria Maior, na noite anterior, que que afirmava não saber se estará presente na JMJ no Panamá.

"Francisco é sábio", disse Dom Mendieta, antes de assinalar que estando ou não, o certo é que o apóstolo "Pedro sempre tem um encontro combinado com os jovens" nestas Jornadas.

Já o Bispo da cidade panamenha de David, o Cardeal José Luis Lacunza, reconheceu que o Panamá além de ser um país rico, também tem grandes dificuldades e necessidades.

"Existe um outro Panamá, com uma grande necessidade, de uma grande pobreza, sobretudo nas comarcas indígenas, onde não se pode afirmar que vivam, mas sobrevivem", lamentou.

Neste sentido, durante a JMJ as autoridade panamenhas tratarão também de mostrar solidariedade e favorecer a integração destas pessoas, oferecendo todos os meios para que possam participar do evento, cujo mensagem principal é "a paz, a humildade e a partilha", disse o jovem panamenho Edgar Dotari, participante no encontro com os jornalistas. (JE)

10/04/2017 14:01