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Febre amarela: vacinação, principal arma contra a doença

Campanha de vacinação contra febre amarela no Rio de Janeiro - REUTERS

04/04/2017 17:37

Cidade do Vaticano (RV) - Continuamos a nossa conversa sobre a febre amarela, em nosso espaço de saúde, com a epidemiologista clínica Dra. Miriam Sommer de Porto Alegre (RS).

O Ministério da Saúde confirmou, no final da semana passada, 574 casos de febre amarela no Brasil. Os dados foram contabilizados de 1º de dezembro de 2016 a 30 de março passado. A doença causou 187 mortos em 91 municípios do país.

Minas Gerais é o Estado mais afetado pela doença desde o início do surto, com 422 casos confirmados. Em segundo lugar está o Espírito Santo, com 139 registros.

O Rio de Janeiro superou o Estado de São Paulo no número de confirmações da febre amarela: foram seis casos, contra cinco em terras paulistas. O Pará também teve dois pacientes com a doença.

Perguntamos à Dra. Miriam Sommer o que pode contribuir para o aumento do número de casos da febre amarela.

Vacinação

A principal arma contra a doença continua sendo a vacinação, prevista no Programa Nacional de Imunizações (PNI) e oferecida em postos do Sistema Único de Saúde (SUS).

No último sábado (1º/04), nas cidades da região de Campinas (SP), onde foram registradas mortes de macacos com febre amarela, houve um mutirão de vacinação contra a doença. 

Pessoas de 6 meses a 60 anos de idade que moram ou que vão viajar para regiões de risco, devem se vacinar. Quem vai viajar deve se vacinar pelo menos 10 dias antes da viagem. Pessoas com mais de 60 anos, se estiverem em boas condições de saúde, também podem se vacinar. 

Dra. Miriam, quem não deve se vacinar?

(MJ/g1.globo.com)

04/04/2017 17:37