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JMJ de janeiro: depois de Manila, nas Filipinas, chega a do Panamá

A escolha do mês de janeiro para a JMJ 2019 no Panamá foi devido ao clima - RV

24/01/2017 20:30

Cidade do Panamá (RV) – A data da próxima Jornada Mundial da Juventude foi confirmada há cinco dias: vai acontecer de 22 a 27 de janeiro de 2019 no Panamá. A escolha do período foi comentada pelo Cardeal Kevin Farrell, prefeito do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, ao jornal L’Osservatore Romano do Vaticano.

Sobre a escolha do mês de janeiro, o purpurado se diz conhecedor “das dificuldades que podem encontrar os jovens europeus empenhados com a escola, como os próprios estudantes dos EUA, sobretudo aqueles que frequentam a universidade, porque é um período de intensa atividade acadêmica”. Mas, pondera o cardeal, “é também verdade que não é a primeira vez que a JMJ se faz em janeiro. Já aconteceu em 1995 em Manila (nas Filipinas), e a décima JMJ ficou na história como aquela com maior número de participantes”. Neste caso, “foram consideradas, sobretudo, as motivações ligadas ao clima, já que janeiro é um mês com menos chuva”.

O Panamá e a histórica diocese de La Antigua

Uma outra característica do evento, entre aquelas enaltecidas pelo Card. Farrell que esteve no Panamá para reuniões preparatórias em dezembro, é que o país “é particularmente importante porque é daqui que teve início a penetração do Evangelho no continente americano”. De fato, a diocese de La Antigua, criada em 1513, foi a primeira da América.

Além de ser uma oportunidade para recordar a história, a JMJ 2019 também terá um olhar para os dias de hoje, através da visão privilegiada de um lugar que está no centro das rotas migratórias do sul para o norte. “Nestes dias em que se fala tanto de migrantes e imigrantes, o encontro no Panamá se propõe como um momento de reflexão sobre um dos fenômenos com repercussões sociais mais significativos para as mulheres e homens do nosso tempo”, acrescentou o cardeal.

JMJ amplia mensagem de comunhão

Um outro aspecto para ser considerado, segundo o prefeito do novo Dicastério, é acolher a ideia de convidar jovens de outras confissões para estender o significado e a mensagem da JMJ. “É uma coisa que sempre foi feita, já que para as JMJs são convidados todos os jovens cristãos. Mas, em uma realidade como aquela da América Central, acaba assumindo um significado ainda maior, porque pode ser uma resposta da Igreja católica aos desafios impostos, em particular, do proselitismo das seitas”, finalizou o Card. Farrell. (L’Osservatore Romano/AC)

24/01/2017 20:30