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Chile aprova despenalização do aborto por estupro

Manifestantes contra o aborto em Santiago - REUTERS

16/09/2015 10:19

Santiago (RV) – A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados do Chile aprovou, na noite da terça-feira (15/9), por oito votos contra cinco, a causa de violação no projeto que pretende despenalizar o aborto no País andino.

O projeto de despenalização do aborto foi enviado ao Congresso pela presidente Michelle Bachelet no início deste ano. Ainda este mês, deverá ser avaliado pela Comissão de Constituição para, a seguir, ser votado na Câmara dos Deputados. Atualmente, por lei, no Chile, o aborto é absolutamente proibido.

Igreja

Até a manhã desta quarta-feira, os bispos chilenos ainda não haviam se pronunciado sobre a votação específica. Contudo, assim que o projeto de legalização do aborto entrou em votação, o Cardeal Arcebispo de Santiago, Ricardo Ezzati, reiterou a posição contrária da Igreja chilena ao projeto que, além da causa de violação, prevê a despenalização do aborto também nos casos em que a vida da mãe esteja em risco ou quando se diagnostica a “inviabilidade” do feto.

Um dos movimentos mais engajados na luta contra a aprovação do projeto é o coletivo “Mulheres de Branco” que, por meio das redes sociais, já organizou diversas manifestações em todo o País.

O Ministério da Saúde afirma que, em 2012, aproximadamente 30 mil abortos foram realizados no Chile dos quais 3 mil foram praticados em meninas e adolescentes entre 10 e 19 anos.

Ano da Misericórdia

Recentemente, em uma carta em que explica as Indulgências para o Ano da Misericórdia, o Papa Francisco concedeu a todos os sacerdotes, durante o Ano Santo, a faculdade de perdoar o pecado do aborto. (Efe/RB)

http://br.radiovaticana.va/news/2015/09/03/sacerdotes_poder%C3%A3o_absolver_pecado_aborto_durante_ano_santo/1168750

16/09/2015 10:19